terça-feira, 18 de maio de 2010

Confira o que disse Seraphim Del Grande, sobre mais uma crise do Palmeiras, ao jornal Lancenet, é só a ponta do Iceberg!

"O que mais disse esse sem-vergonha?", perguntou Del Grande, depois de saber da acusação. O diretor deu uma versão completamente diferente e, segundo ele, tem os testemunhos do gerente de futebol Sérgio do Prado e do segurança Adauto.

Del Grande diz que após a partida foi procurado por quatro jogadores evangélicos que pediram para voltar a São Paulo no domingo à noite. O restante do grupo voltaria às 10h da manhã de segunda, exceto o próprio diretor, que marcou seu vôo para as 7h15, em razão de compromissos particulares.

Após a liberação desse grupo, outros jogadores pediram para sair à noite no Rio. Segundo Del Grande, o horário de retorno foi fixado às 3h:

- Quando eu acordei de manhã para pegar o avião encontrei no saguão o Adauto e ele me relatou o que tinha ocorrido à noite.

Eis o relato, segundo o diretor

1) Todos os oito jogadores que saíram voltaram depois das 3h da manhã.

2) Os últimos a chegar foram Robert e Ewerthon, que chegaram às 5h30. Eles chegaram acompanhados de mulheres e quiseram subir aos quartos com elas. A recepção do hotel não deixou. Ewerthon então subiu sozinho, mas Robert teve uma violenta discussão com os funcionários do hotel, e com custo foi convencido a subir sozinho.

3) O auxiliar Galeano, ex-jogador do clube pediu a Adauto e Sérgio do Prado que não relatasse aos fatos aos diretores.

Del Grande disse que pediu a Adauto e Prado que elaborassem um relatório do ocorrido, que conseguissem cópia das fitas de segurança do hotel. Marcou reunião para hoje (terça-feira) para decidir o que farão com os jogadores, especialmente Robert. Que ele e Ewerthon serão multados é certo.

Del Grande se irritou mais com a atitude de Galeano, que ficou conhecido como senhor Palmeiras, pela quantidade de jogos disputados pelo clube. Afirma que ele não foi leal ao clube e exige sua saída.

- Se ele não for mandado embora, eu saio. O que ele fez foi imperdoável - afirmando ter ouvido a mesma versão tanto de Adauto como de Prado.

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